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terça-feira, 23 de junho de 2009

A BOM PORTO E A BOM RITMO...

Rodrigo Sobral Cunha no Porto, durante a apresentação de Filosofia do Ritmo Portuguesa, no Auditório do Instituto de Biologia Molecular e Celular

Porto. Cerca de trinta pessoas, oriundas de diversas áreas do saber, marcaram presença na sessão de apresentação de Filosofia do Ritmo Portuguesa, de Rodrigo Sobral Cunha, na Cidade Invicta, evento que teve lugar no passado dia 19 de Junho, no Auditório do Instituto de Biologia Molecular e Celular, e foi moderado por Alexandre Quintanilha. Ao contrário do que estava previsto e fora anunciado, o investigador Fernando Carvalho Rodrigues, que iria debater a obra, não pôde estar presente, devido a um atraso do avião que o traria de Bruxelas, onde se encontrava. Perante a súbita impossibilidade, foi o próprio autor que procedeu à apresentação deste seu livro, suscitando vários motivos de conversa numa audiência interessada. Dada a natureza transversal das questões que a ritmanálise levanta, Rodrigo Sobral Cunha teve a preocupação de dirigir especialmente a sua exposição aos cientistas, que ali se encontravam muito bem representados (a par de alguma gente vinda da Faculdade de Letras). E quando a palavra foi devolvida à audiência, várias foram as pessoas que dialogaram com o autor, com particular relevo para Alexandre Quintanilha, muito interventivo. Em suma, uma jornada muito gratificante para Rodrigo Sobral Cunha e para a Serra d’Ossa Edições.

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